Musicalizando

O Prog e a música ao redor do mundo – Parte 5: Oceania (e Antártida)

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Chegamos à última parte da matéria do Prog ao redor do mundo. Por fim chegamos à Oceania, e suas inúmeras ilhas de difícil exploração, e uma menção honrosa à Antártida apesar de não haver nada musical por lá. Infelizmente além de ter ficado devendo um pouco menos da metade dos territórios, dos que consegui, apenas 5 podem ser considerados Prog. Por isso, esta última parte será bem menor do que as demais.

Austrália australia-svg

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Banda: United Progressive Fraternity
Álbum: Fall in Love with the World
Gênero(s): Crossover Prog
Ano: 2014
Idioma: Inglês
Fonte: Spotify

Abrindo com o melhor álbum desta última parte, Fall in Love with the World é um Crossover Prog com influências da era setentista do Prog, com elementos de Symphonic e Eclectic Prog. O álbum fala de temas relacionados ao meio ambiente, e tem como convidados Jon Anderson (Yes) e Steve Hackett (Genesis) para reforçar o som setentista com a pegada moderna. Cada música integra o mesmo tema, entretanto com uma instrumentação diferente. A banda australiana foi fundada após a dissolução de uma formação semelhante ao UPF, o Unitopia, que segue na mesma linha de temas e sonoridade, com apenas algumas diferenças de integrantes. A banda conta com apenas esta pérola, lançada em 2014. O jeito é aguardar.

Fiji fiji-svg

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Banda: Mantis
Álbum: Turn Onto Music
Gênero(s): Psychodelic/Space Rock
Ano: 1973
Idioma: Inglês
Fonte: Spotify

Cuidado ao procurar por Mantis, existem várias bandas com o mesmo nome. Este Mantis, de Fiji, teve um curta duração nos anos 70 e este presente álbum é o único lançado pela banda, que rapidamente teve um estouro em seu país e o declínio por dissidências veio logo em seguida. A banda mistura o rock psicodélico da época com influências de musicas locais (as vezes referidas como “música de ilha”). No geral, é um som mais do mesmo, agradável e dançante, algo que para a época em Fiji fez toda a diferença.

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Banda: Hands To
Álbum: Toumani
Gênero(s): Noise, Tape Music
Ano: 1990
Idioma: Instrumental
Fonte: Youtube

Guam: Território pertencente aos Estados Unidos da América. No momento que escrevo sobre este álbum, já escrevi sobre mais de 200, então não tenho certeza se já expliquei sobre certos termos, porém, esta é a hora. Para começo de conversa, esta fita cassete consiste em dois gêneros de dificil acesso ao público em geral, Noise e Tape music. Noise e um estilo experimental que não se utiliza em nada as convenções musicais usuais e consiste primariamente de barulhos, sons desconexos, qualquer coisa. Tape Music já é um conceito mais complexo de falar, mas de uma forma leiga, é a forma de captura de sons do mundo real (independente do que seja) em fita para apresenta-los como são, ou manipula-los por processos eletrostáticos. Bom, eu acho que é isso. Junte os dois, temos Toumani. Não obstante, a banda Hands To evoluiu para outros dois conceitos relacionados a Noise e Tape Music: Musique Concréte e Field Recordings. Musique Concréte define um processo em que a composição começa após a captura de sons já existentes (ao invés do normal que se compõe primeiro e depois grava), enquanto Field Recordings são simplesmente gravações feitas a esmo. Complicado né?

 Ilhas Cook bonaire-svg

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Banda: Elizabeth Nitika
Álbum: Kapua Ia
Gênero(s): Polynesian Music
Ano: 2016
Idioma: Maori
Fonte: Spotify

Ilhas Cook: Território independente pertencente à Nova Zelândia. Como padrão da música da Polinésia, temos aqui uma genuína tentativa moderna de preservar a cultura maori na música. É uma forma amigável de música, com o uso de sons que evocam paisagens de ilha, relaxantes e acústicos. Além de ser um álbum bem recente, não achei mais informações sobre Elizabeth Nitika para apresentar.

Ilhas Marianas do Norte northern_mariana_islands-svg

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Banda: Leo Pangelinan & Ray Manahane
Álbum: Marianas Blend
Gênero(s): Reggae, Folk
Ano: 2013
Idioma: Chamorro
Fonte: Spotify

Ilhas Marianas do Norte: Território pertencente aos Estados Unidos da América. Uma mistura de reggae com música de ilha. Mais uma vez, são sons amigáveis, relaxantes e as vezes dancantes, que evocam a paisagem e a felicidade de uma praia paradisíaca.

Ilhas Marshall marshall_islands-svg

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Banda: Palm Highway Chase
Álbum: Escape from New York
Gênero(s): Progressive Electronic
Ano: 2009
Idioma: Instrumental
Fonte: Spotify

Como se define o autor por trás de Palm Highway Chase, temos um parque de diversões eletrônico experimental para pessoas sofisticadas. Apesar da sinopse humorística, temos aqui uma genuína tentativa de evocar sons do auge da música eletrônica nos anos 80, como uma trilha sonora de um filme que nunca foi lançado. Na verdade, há claras referências não só sonoras, mas de nome dos álbuns relacionados a filmes e termos dos anos 80, como neste caso, fazendo referência ao filme de mesmo nome de John Carpenter.

Ilhas Salomão solomon_islands-svg

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Banda: Narasirato
Álbum: Warato’o
Gênero(s): Austronesian Traditional Music
Ano: 2012
Idioma: ‘Are’are
Fonte: Spotify

O termo “Austronesian Traditional Music” pode ter uma série de significados, visto que engloba diversos territórios desta região e sua cultura. No caso especifico de Narasirato, temos uma orquestra de instrumentos de sobro (especificamente de bambu) com o som poliritmico de uma percussão de madeira. As músicas seguem um estilo bem primitivo folk, quase ritualístico. A banda, formada em 1991, se desfez em 1998 por conta de problemas civis no país na época, para retornar em 2008.

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Banda: Cryptid Satellite
Álbum: Westall Nights
Gênero(s): Ambient, Noise, Experimental
Ano: 2015
Idioma: Instrumental
Fonte: Bandcamp

O primeiro de 21 lançamentos em um período de dois anos, temos um álbum etéreo e estranho da suposta banda Cryptid Satellite. Suposta pois não sei se é apenas uma pessoa, se são várias, se é um alien ou qualquer outra coisa por trás deste álbum. O conceito por trás de Cryptid Satellite é um satélite que circundou a Terra por 13.000 anos, e seus álbuns são trechos destas transmissões. Não há mais nada além disso. Tão estranho quanto sua identidade fictícia, seu som é uma mistura de camadas sintetizadas, sons dissonantes e por ai vai. É pelo menos interessante como uma música de fundo, ainda mais lendo um livro sci-fi.

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Banda: Moana Lukeluke
Álbum: Volume 2 – Matakau Mua
Gênero(s): Polynesian Music
Ano: 2008
Idioma: Niueana
Fonte: Outros

Ilhas Cook: Território independente pertencente à Nova Zelândia. Talvez um dos álbuns mais difíceis de obter nesse meio, até por conta de que Niue só tem uma única gravadora, e não há muito dos álbuns dela por ai, o site não funciona direito, enfim. Temos aqui um álbum de música de ilha, com um coro que acompanha um instrumental predominantemente acústico. São músicas bem parecidas, que se apoiam em poucos acordes apenas para dar cor ao vocal.

Nova Caledónia bahamas-svg

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Banda: Pascal Allaigre
Álbum: Timeless
Gênero(s): Progressive Metal
Ano: 2002
Idioma: Instrumental
Fonte: Spotify

Nova Caledónia: Território pertencente à França. Temos aqui um guitarrista virtuoso de metal progressivo, solos, shreds infinitos, mas um pouco de beleza também. Este é o segundo de seis álbuns de estúdio do músico, que além da guitarra, programa virtualmente os demais instrumentos. Pra quem curte os solos de Paul Gilbert, Buckethead, projetos instrumentos de John Petrucci, John 5, entre outros, pode colocar este na lista, e para quem não costuma gostar deste tipo de música instrumental, não é uma boa pedida.

Nova Zelândia new_zealand-svg

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Banda: Split Enz
Álbum: Mental Notes
Gênero(s): Crossover Prog
Ano: 1975
Idioma: Inglês
Fonte: Spotify

Split Enz como banda deve ser considerada no máximo um art rock, pop rock ou até mesmo new wave, como temos várias fontes e devido às mudanças na sonoridade da banda para um estilo mais pop ao longo do tempo. Mental Notes é seu primeiro álbum, no qual a banda mais experimentou com o que podemos considerar um Crossover Prog bem pop, com toques de Yes e principalmente Genesis em sua transição. Assim como o Genesis, a banda foi se direcionando para um lado mais pop e em 84, doze anos depois de sua criação, a banda foi dissolvida. É um som acessível mesmo com algumas experimentações, mas permanece no mundo do mais do mesmo.

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Banda: Kendall Titiml
Álbum: Blekeklek
Gênero(s): Pop Reggae
Ano: 2008
Idioma: Inglês, Palauense
Fonte: Spotify

Batida bem artificial, estruturas americanas de pop, um inglês que levou algum tempo para eu entender se era mesmo, temos aqui um álbum de Palau, de um músico independente do local. Mais uma vez temos um blend de reggae com pop, bem mais fraco que dos demais. Por se tratar de um músico aspirante bem desconhecido, não encontrei mais informações relevantes sobre.

Papua Nova Guiné papua_new_guinea-svg

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Banda: Telek
Álbum: Akave
Gênero(s): Folk, Austronesian Traditional Music
Ano: 2010
Idioma: Kuanuan, Inglês, Tok Pisin
Fonte: Spotify

George Mamua Telek é considerado um dos músicos mais importantes da região da Papua Nova Guiné. Sobreviveu à erupção de um vulcão, passou boas décadas lutando para gravar um disco, com letras que evocam a cultura tradicional Tolai e é conhecido mundialmente (para quem presta atenção na banda) por ter trabalhado em várias ocasiões com Peter Gabriel. Bom, como já mencionei na banda Narasirato, Austronesian Traditional Music pode ter vários significados, e é usado para classificar as músicas da região. Aqui temos um blend de folk, música de ilha, com pop/rock em alguns momentos. É bem agradável e relaxante, uma vez acostumado com os demais idiomas.

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Banda: The Tahitian Choir
Álbum: Rapa Iti – Vol. II
Gênero(s): Folk, Coral
Ano: 1994
Idioma: Rapa
Fonte: Spotify

Polinésia Francesa: Território pertencente à França. Iniciativa criada para preservar a cultura perdida Rapa, da ilha de Rapa Iti, uma das que pertence ao coletivo da Polinésia Francesa. Este coral é feito “apenas” por 126 homens e mulheres, que cantam no idioma perdido da ilha. Como todo bom coral, temos várias linhas vocais que compõe a harmonia e a base da música. A série conta com dois volumes, sendo este o segundo.

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Banda: Mavis Rivers Meets Shorty Rogers
Álbum: Mavis Rivers Meets Shorty Rogers
Gênero(s): Jazz
Ano: 1962
Idioma: Inglês
Fonte: Outros

Aqui a origem em Samoa vem de Mavis Rivers. Nascida em 1929, a cantora de jazz nomeada ao Grammy gravou uma série de álbuns entre 59 e 91. É um álbum interessante porém bem datado, composto por várias interpretações de canções famosas de jazz mais purista da época. Para os fãs desse jazz “de raiz”, em que você pode estalar os dedos enquanto acompanha a batida ou dançar em um salão, é um álbum muito bem executado, e a qualidade da gravação é espetacular. Ambos os músicos, Mavis e Rivers, já faleceram, em 92 e 94 respectivamente.

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Banda: Vaniah Toloa
Álbum: Tukua – To Be Left Behind
Gênero(s): Polynesian Music, Pop Rap
Ano: 2011
Idioma: Samoano
Fonte: Spotify

Tokelau: Território pertencente à Nova Zelândia. Uma mistura de música de ilha, pop e rap compõe este estranho álbum. Algumas faixas parecem ter saído de um filme da Disney, enquanto outras daqueles karaokês depressão. Por conta de barreiras linguísticas não tenho muito para falar do músico ou banda em si, somente que tem certa notoriedade na Nova Zelândia e arredores.

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Banda: Soane
Álbum: Tongan Chic
Gênero(s): Electronic, Jazz
Ano: 2004
Idioma: Instrumental (com alguns trechos vocais, até em português)
Fonte: Spotify

Álbum do DJ e compositor de Tonga, Soane Filitonga. Até 2014 Soane estava instalado na Nova Zelândia e tinha certa notoriedade no cenário eletrônico do pais e das ilhas ao redor, entretanto faleceu em Novembro do ano citado, com um funeral que atraiu cerca de 1000 pessoas. Pelo que consegui encontrar ele mixou e lançou diversos EPs e singles, entretanto este é o único álbum completo em sua autoria. Seu som é uma combinação de jazz, house e disco, bem agradável, cheio de texturas sintetizadas. Temos aqui vários convidados e vários samples, incluindo um cantor brasileiro, Robson Santos, desconhecido por mim.

Vanuatu vanuatu-svg

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Banda: Sunshiners
Álbum: Sunshiners
Gênero(s):  Pop Reggae
Ano: 2006
Idioma: Inglês
Fonte: Spotify

Finalizando esta longa jornada de tantos álbuns, chegamos em Vanuatu, com o reggae pop da banda Sunshiners. Temos aqui uma banda com 4 cantores e 7 outros integrantes na instrumentação.  Leves toques de música de ilha e até mesmo de jazz. É agradável, bem cantado em inglês, uma música de brisa para encerrar nossa viagem dando pequenos pulinhos em direção ao horizonte.


Ilha Norfolk norfolk_island-svg

Território independente australiano, não encontrei artistas locais para colocar aqui. O máximo que encontrei foram festivais, como o Norfolk Island Jazz e o Norfolk Island Country Music, entretanto, estes festivais empregam mais artistas de localizações como Nova Zelândia e Austrália do que artistas locais. Não cavei muito fundo nesse território, mas senti que não tinha mais nada pra olhar de interessante.

Kiribati kiribati-svg

Infelizmente não consegui muita coisa sobre o Kiribati. Descobri apenas um artista, chamado Bata Teinamati, cujo gênero pode ser classificado como música folk local, ou algo como “música de ilha”. São canções melódicas, calmas, que tentam evocar sons para ilustrar musicalmente as ondas do mar ou um dia calmo na praia. Mais especifico que isso não consigo ser.

Nauru nauru-svg

Talvez o país com o qual eu tenha perdido mais tempo procurando alguma coisa útil pra colocar aqui, Nauru me levou a uma busca infrutífera de dias. O mais interessante sobre o país foi encontrar um artigo falando o quanto festivais de música, incluindo uma ideia chamada Leonardo The Musical: A portrait of love, um musical que ilustrava um amor entre Leonardo Da Vinci e a Monalisa, simplesmente quebraram o país. Sim, Nauru hoje, ao que entendi nos artigos que li, é um país quebrado, não só por isso, mas também por uma história de corrupção e exploração. O máximo que consegui foi assistir uma reportagem falando sobre esse musical, que custou mais de 7 milhões de dólares na época, um rombo que jamais foi recuperado no país. Musicais… Sem mais comentários.

Samoa Americana anguilla-svg

Território pertencente aos Estados Unidos da América. Apesar de ter algumas opções, não consegui encontrar um álbum completo do artista que escolhi, Al Harrington. O pouco que consegui ouvir, malemá foi no Youtube. O gênero de Al Harrington é a música polinésia,um termo um tanto quanto genérico, pois acaba englobando as produções da região da Polinésia que não se encaixam perfeitamente em outros gêneros. No caso de Al Harrington, é uma mistura de Frank Sinatra com música havaiana, como acho ser a melhor definição para o seu som.

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Outra ilha pequena com dificil acesso ao seu acervo cultural, ao que parece a música folk local é muito rica, com versos curtos repetitivos ao som de instrumentos de madeira, geralmente partes de percussão. O máximo que consegui ouvir/assistir foram as apresentações (disponíveis no Youtube) do grupo de Tuvalu para o Polyfest, um festival escolar Maori e das Ilhas do Pacifico que acontece na Nova Zelândia, que reúne representantes da musica folk local e das ilhas ao redor.

Wallis e Futuna wallis_and_futuna-svg

Território pertencente a França, possui um repertório de música folk local rico, assim como as demais ilhas da região possuem, com cânticos ao som de instrumentos de percussão feitos com madeira. Existem algumas poucas apresentações desta música folk local no Youtube, onde grupos de Wallis e Futuna representam sua música no Festival of Pacific Arts, que ocorre a cada quatro anos em países diferentes da Oceania a cada iteração.


Atol Johnston united_states-svg

Território militar, de posse dos Estados Unidos da América.

Atol Midway united_states-svg

Território não habitado, de posse dos Estados Unidos da América.

Atol Palmyra united_states-svg

Território não habitado, de posse dos Estados Unidos da América.

Ilha Baker united_states-svg

Território não habitado, de posse dos Estados Unidos da América.

Ilha Bouvet norway-svg

Território não habitado na Antártica, de posse da Noruega.

Ilha Howland united_states-svg

Território não habitado, de posse dos Estados Unidos da América.

Ilha Jarvis united_states-svg

Território não habitado, de posse dos Estados Unidos da América.

Ilha Wake united_states-svg

Território militar, de posse dos Estados Unidos da América.

Ilhas Ashmore e Cartier australia-svg

Território não habitado, de posse da Austrália.

Ilhas Crozet france-svg

Território militar na Antártica, de posse da França.

Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul united_kingdom-svg

Território não habitado na Antártica, de posse do Reino Unido.

Ilhas Kerguelen france-svg

Território militar na Antártica, de posse da França.

Ilhas do Mar de Coral australia-svg

Território não habitado, de posse da Austrália.

Ilhas Pitcairn united_kingdom-svg

Território com aproximadamente 50 habitantes, de posse do Reino Unido.

Ilhas São Paulo e Amesterdão france-svg

Território militar na Antártica, de posse da França.

Recife Kingman united_states-svg

Território não habitado, de posse dos Estados Unidos da América.

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