Cinemateca

Batman vs Superman – O filme que eu bolei na minha cabeça

Queria poder sentar para fazer apenas uma crítica imparcial a este filme, mas aquele incomodo dentro de mim resolveu falar mais alto. Não tenho muita prática com resenhas, gostaria de praticar de alguma forma para pode escrever mais rápido aqui no blog sobre filmes ou álbuns de música, mas por hora, vamos lá. Se você não assistiu o filme e pretende assistir, não recomendo começar a ler este post, pois é basicamente 99% Spoiler com aquele 1% Opinião.


Analisando a versão Estendida

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Com o lançamento da versão estendida do filme, como um bom cinéfilo resolvi ressuscitar esta tentativa da DC Comics de expandir seu universo cinematográfico como no modelo Marvel. Já começo dizendo que fui assistir o filme no cinema e não gostei da forma como ele foi executado. Não que eu achava que a versão estendida pudesse mudar a minha opinião, mas assisti para entender o que foi deixado de fora para que o filme pudesse ser rentável para o cinema.

Num calculo rápido, quanto maior um filme, menos sessões por dia são exibidas no cinema, logo considera-se que ele é menos rentável. Batman Vs Superman foi ao cinema com 2 horas e meia de duração, considerado já um filme longo, porém a versão “sem cortes” do filme possui 3 horas (neste caso, considere “sem cortes” = conteúdo completo). Mas será que esta meia hora cortada influencia na experiência final do filme.

Sim e não.

Começando pelo sim, muitas cenas de ambientação e justificação de motivações foram cortadas da versão dos cinemas, além de transições narrativas que senti mesmo sem saber que não existiam antes de assistir a versão estendida. A primeira cena da Lois Lane (no deserto), a história por trás do homem marcado pelo Batman durante o filme e a história da mulher que faz um depoimento negativo sobre a ação do Superman juntamente com suas conversas com a senadora Finch, que gera a desconfiança da mesma durante a audiência com o Superman foram simplesmente cortadas, diminuindo a importância de cenas como a explosão do Capitólio e toda a jornada de “ódio” Batman -> Superman E Superman -> Batman. Quando eles começam a brigar no filme no cinema, pelo menos para mim, o que foi mostrado não era suficiente para gerar uma treta monstra entre os dois, coisa que já fica mais plausível na versão estendida.

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Entretanto, mesmo criando uma fluência melhor com relação as motivações de cada personagem e eventos maiores, a experiência final do filme não mudou para mim, visto que o diretor Zack Snyder cometeu uma série de pecados por estética e arrogância. Sim, arrogância principalmente. Acompanho a carreira do diretor desde o filme 300, e percebi um declínio gradativo filme a filme após Sucker Punch, com a repetição de formulas, a necessidade de afirmar seu “estilo” de uma forma não sutil e a crença de que seus filmes de superheróis são melhores do que todos os outros. Este último ponto afeta indiretamente Batman vs Superman e só será percebido se você parar de ler este artigo e pesquisar algumas da entrevistas de Zack Snyder sobre o filme. Não vou entrar no mérito, meu foco não é criticar Zack Snyder especificamente e sim o filme. O legado do Nolan na DC com três filmes do Batman extremamente obscuros e até violentos deixou a impressão de que filmes sombrios poderiam ter um futuro, mas não com um diretor “teatral” como Zack Snyder.

Batman Vs Superman para mim foi uma experiência angustiante ao perceber as possibilidades que tinha o filme após cenas como a introdução de Bruce Wayne na cidade sendo destruída pela luta do Superman vs Zodd, uma cena sensacional como poucas de Christian Bale ou qualquer outro Bruce Wayne antes dele. A partir do momento em que o filme começou a se distanciar da minha expectativa, que acredito que tenha sido na primeira aparição do Lex Luthor, eu comecei a imaginar outro na minha cabeça e diferente de outras “resenhas” negativas do filme, gostaria de compartilhar o meu Batman vs Superman, quem sabe não teria sido diferente, e para mim, no caso, muito melhor, mas ai é um gosto pessoal.


O meu Batman Vs Superman

Vou comentar ponto a ponto do filme, os acertos e erros que considero, juntamente com as mudanças que faria. Vale ressaltar que estou falando da versão estendida, que corrigiu alguns buracos que havia identificado na versão do cinema.

PERSONAGENS

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Superman – ACERTO: Eu gosto bastante do Henry Cavill como Superman. Ele faz um Superman mais angustiado, preocupado com o mundo, que tenta viver uma vida normal, mas não consegue. A faceta Clark Kent vive engolindo sapo no trabalho, sendo podado pelo chefe, como todos nós. Ele mantém esta faceta como uma forma de se sentir mais humano, mas as vezes isso é balançado, o que o torna um Superman interessante. O amor que ele tem pela Lois Lane e as ações que ele faz por ela são justificáveis. Se eu fosse o Superman, me simpatizo com a preocupação que ele tem com ela, apesar de que tenho graves problemas com o personagem Lois Lane. O carinho pela mãe, a falta do pai, os momentos que ele segura a raiva, que ele solta a raiva, a construção entre o relacionamento dele com o Batman, tudo isso ficou muito interessante e bem feito.

Não mudaria nada.

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Lois Lane – ERRO: Como já faz um tempo que assisti o filme solo do Superman, não me recordo se a Lois Lane já era do jeito que é, mas infelizmente é um dos personagens mais estereotipados, ralos e inconsequentes do filme. Para começo de conversa, não houve preocupação em se aprofundar nos possíveis dramas da Lois Lane. Não há humanização sobre o que é namorar um alien e como ela encara a reação da sociedade. Ela só faz caras mas não há um debate profundo sobre isso, apesar do filme tratar o romance em muitas cenas. Mal há diálogos interesantes entre os dois, é praticamente cada um por si. É sempre a mesma coisa: a Lois vai atrás de algo perigoso ou acaba em algo perigoso, quando tá prestes a pegar fogo, o Superman tem que parar o que ele tá fazendo pra salvar ela. Este não é o estereotipo feminino que eu gostaria de ter visto na Lois Lane. Como jornalista, OK, ela mostra que está disposta a tudo pra conseguir a verdade e quer fazer isso com as próprias mãos, isso é muito legal, reforça o poder que ela tem perante a sociedade, com as armas que ela possui mas dá a impressão que ela vai longe demais, sem saber o seu limite. Ela se torna o estereótipo da “dama em perigo” no fim das contas. O ápice de sua inconsequência foi o momento em que, acabada a treta Batman vs Superman e começando a treta todos vs Doomsday, ela decide FICAR no meio da destruição, JOGAR a lança na água e depois quase SE AFOGAR pra buscar a merda do artefato que ela resolveu mexer sem avisar, quase matando o Superman no meio de uma treta perigosíssima! E ela mal se toca disso! Esta cena particularmente além de ter deixado uma impressão imbecil da personagem, desperdiçou vários minutos de ambas as versões do filme, que poderiam ter sido melhor aproveitados. Amy Adams foi mal aproveitada no filme, visto que ela é uma ótima atriz, vários filmes grandes no currículo e já mostrou que sabe atuar em qualquer gênero.

O que eu mudaria: Mostraria mais a parte pessoal do relacionamento dela com o Superman e em seus dramas pessoais, este esforço que ela faz para obter a verdade a qualquer custo. Mostraria que mesmo salva pelo Superman sempre que dá merda, ela tem consciência de que isso é algo ruim, mas que é grata por poder exercer a profissão sem limites sabendo que tem o Superman como seu “anjo da guarda”. Removeria TOTALMENTE a participação dela no cenário da treta “Batman vs Superman” e a colocaria para fazer algo mais importante do que falar que o nome da mãe do Superman era Martha pra depois quase matar o homem.

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Lex Luthor (correção Jr.)– ERRO: Tive a impressão de que tentaram fazer um Lex Luthor “maluco”, estilo Coringa, Charada, entre outros, mas é extremamente perigoso usar um vilão com esta atitude no cinema sem ficar uma porcaria. Temos exceções como Heath Ledger, que fez um trabalho digno de Oscar, eternamente marcado como um dos maiores vilões que já vi em minha vida, mas como bem dito, exceção. A atuação de Jesse Eisenberg, pra começo de conversa, foi péssima. Ele tenta mudar o tom da voz, fazer gestos e tiques que ficaram caricatos demais para um filme na seriedade de Batman vs Superman. O uso de um Lex Luthor Junior também não foi uma boa escolha, se for pensar no legado Nolan, pois mais uma vez temos um estereótipo ralo de um personagem com um passado ruim, mas que não justifica o ódio que ele pela figura do Superman. Transformaram o nome Lex Luthor num jovem mimado, louco e sem profundidade, que gosta de falar em alegorias e não é levado a sério por ninguém. Há apenas uma “dica” no filme, indicando que este Lex Luthor não é o que estamos acostumados a ver. Na apresentação do personagem falando com a Senadora, ele menciona “Meu pai nomeou a empresa com seu nome. Ele era o Lex na frente do Corp.” (tradução rápida da falar original). Após esta informação, li novamente o script do filme e no final das contas me pareceu apenas uma desculpa para encaixar Jesse Eisenberg como Lex Luthor ou usar um Lex Luthor “maluco” sem desonrar o verdadeiro Lex Luthor.

O que eu mudaria: Colocaria o verdadeiro Lex Luthor no filme, com um ator imponente para retratar um Lex Luthor mais velho e mais amargurado, como um Bryan Cranston, mesmo no perigo do Lex Luthor parecer o Walter White/Heisenberg. Preferia uma loucura baseada em frenesi, ódio, e colocaria um pouco mais sobre como “deuses”, medo e amargura o afetaram para chegar no ponto de investir uma grana pesada pra caçar o Superman. Ele seria mais pomposo, mais elegante, menos imbecil.

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Batman – ACERTO: O maior acerto do filme. Ben Affleck está ascendendo em sua carreira e eu gostei muito do Batman que ele retratou. O filme mostra que ele já tem um passado negro, a destruição da mansão Wayne, a provavel perda do Robin, os vilões que ele já enfrentou. O Batman de Affleck é um homem que já não está nem ai para o que as pessoas pensam dele, violento, pune os bandidos. Ele já viu muita destruição causada pelos homens que continuam repetindo os mesmos erros, então, precisam de uma figura a ser temida. Ao mesmo tempo, ele é solitário, preenche os vazios de sua vida com bebida, talvez mulheres (na cena que mostra ele em casa, tem uma mulher virada de lado em sua cama, que não é mostrada depois). E na hora de ir pra treta, ele vai, testando gradativamente os limites e fraquezas do Superman, começando com som, metralhadoras e afins, até começar a gastar a sua kryptonita. Mesmo em frente a um adversário considerado um deus, ele não perde a frieza, o cálculo. Parabéns. O único defeito dele não é exatamente dele em si, mas do conflito Batman vs Superman, o qual vou falar mais adiante.

Não mudaria nada.

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Alfred – ACERTO: Apesar de estarmos acostumados com um Alfred mais velho, o jeito canastrão de Jeremy Irons combinou com o papel. Algumas falas são bem clichês, mas ainda sim, ele soube se expressar bem, atuar de forma interessante, sem perder a elegância e um certo desafeto pelas decisões de Bruce Wayne. O personagem de Alfred sempre foi distante, misterioso, sem revelar suas origens de forma profunda, portanto, aceitável no caso deste filme.

Não mudaria nada.

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Mulher Maravilha – ACERTO: A representação da Mulher Maravilha por Gal Gadot ficou elegante e poderosa. Seus encontros com Bruce Wayne foram muito bem construídos, mostrando que mesmo sabendo que ela poderia partir o cara em dois com um golpe e provocada por ele, que tentou dar uma de macho, ela foi maior do que tudo isso. A Mulher Maravilha é retratada como uma mulher de foco, sem distrações, sabe o que quer, vai atrás e não se rebaixa. E na hora da porrada, sua participação foi fundamental. É ela que segura a luta aos berros e pancadas enquanto a Lois Lane quase afoga o Superman. Boa parte da porrada fica nas mãos dela. Chegou a arrepiar a hora que ela aparece pra salvar o dia. Espero que o filme solo dela seja tão incrível quando sua participação no filme. Gostei do seu uniforme, discreto mas sem perder a raiz dos quadrinhos. Sinceramente, preferia que ela tivesse aparecido mais do que a Lois Lane, assim teríamos uma verdadeira figura feminina pra ninguém botar defeito.

Não mudaria nada.

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Doomsday – ERRO: Erro feio, erro rude! Doomsday foi retratado como ser sem consciência, mas que também não cumpre fielmente o proposito para o qual foi criado, que teoricamente, seria matar o Superman. Ele não é nada mais que um bicho que sai destruindo tudo, que mais se assemelha a um King Kong ou os trolls do Senhor dos Anéis do que ao vilão original dos quadrinhos em suas diversas aparições. Para um filme com o orçamento gigantesco, os efeitos utilizados em Doomsday foram muito abaixo da qualidade em geral do filme. Por fim, a morte do Superman é uma consequência, e não o objetivo cumprido.

O que eu mudaria: Aproveitando a ideia do Lex Luthor de criar um ser a partir do corpo de Zodd, porque não a criação de Bizarro? Mudando um pouco o curso do filme, eu aproveitaria melhor aquele pedaço grotesco de kryptonita para conseguir uma gota do sangue do Superman, o qual Lex conseguiria por as mãos e levar, junto com o corpo do Zodd, para a câmara na nave e criar um clone demoniaco do Superman. Seria muito mais interessante para o Lex Luthor ter um clone do Superman causando destruição pois isso iria duplamente de encontro ao seu objetivo: acabar com o Falso Deus. Sei que a ideia de Zack Snyder era fazer uma interpretação diferente da “Morte de Superman” dos quadrinhos, mas já que é para interpretar, porque não ousar fazer algo realmente original?

ELEMENTOS DA TRAMA

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O Planeta Diário – ACERTO: Rapidamente, gostei de como o “Planeta Diário” foi retratado, o sensacionalismo, a direção de cada jornalista e a relação do jornal com Clark Kent. No geral, não tenho muito o que comentar.

Não mudaria nada.

O tráfego de armas – ACERTO: A trama que cerca o tráfego de armas até sua convergência em Lex Luthor foi necessária. Renderam cenas interessantes e um mistério por trás da LexCorp.

O que eu mudaria: Só acho que, na minha versão do filme, eu diminuiria um pouco o tempo para colocar a kryptonita na mão de Lex Luthor mais cedo, para que ele pudesse usa-la num teste e extrair a gota do sangue do Superman.

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Os sonhos do Batman – ERRO: Com exceção da cena do Flash do futuro, que pode ou não ser um sonho, ficou ai no mistério, os sonhos de Bruce Wayne são totalmente descartáveis. Não adicionam em nada a trama e só servem para remeter ao “estilo” de Zack Snyder, que se utiliza destas cenas alegóricas em seus filmes pra, sinceramente, encher linguiça. Consumiram vários minutos preciosos no cinema.

O que eu mudaria: Remoção das cenas.

A apresentação da Liga da Justiça – ACERTO: Os arquivos encontrados nos servidores da LexCorp são interessantes. Foi uma forma legal de colocar no filme o elo com o próximo, bem como dar vazão para o Batman e a Mulher Maravilha terem a ideia de juntar a galera pra um futuro.

Não mudaria nada.

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O conflito Batman vs Superman – ERRO: A briga entre o Batman e o Superman estava linda, bem motivada, bem elaborada, até o momento em que o Superman grita “MARTHA”. Este era o momento em que o Superman poderia ser retratado de forma ainda mais humana, mas não. O Batman surta, a Lois aparece pra falar que Martha era o nome da mãe do Superman e ao invés de rolar algo mais profundo, simplesmente o Batman resolve virar o melhor amigo do Superman e só, a treta acaba, num corte seco, tipo “Nossas mães tem o mesmo nome? Somos amigos para sempre”. E se a mãe do Superman tivesse outro nome? O Batman teria enfiado a lança no Superman? Forçado demais e uma briga linda desperdiçada com um fim repentino.

O que eu mudaria: Não há problema nenhum no Batman surtar ao ouvir o nome da mãe, ele é um cara cheio de traumas e remorsos, mas este era o momento em que poderíamos humanizar ainda mais o Superman, que poderia chorar ou implorar por sua mãe, sem a aparição da Lois Lane. Teria muito mais impacto se o Batman tivesse empatia pela situação do Superman, afinal, apesar de ser um alien, ele é um humano, como ele, prestes a perder sua mãe de criação. Assim, o nome coincidente das mães seria somente um gatilho, com um significado muito mais profundo.

Zack Snyder – ERRO: Com 300 e Watchmen em seu currículo, é difícil de discutir com o homem preso ao seu ego. Foram dois sucessos, seguidos de a Lenda dos Guardiões e Sucker Punch, o último uma grande merda. Acho melhor nem começar a falar sobre eles. O filme solo do Superman eu mal lembro, o que é uma raridade para mim, pois quando um filme é bom ou ruim eu lembro, o que me leva a crer que ele foi um filme sem impacto. Falando na influência do diretor, o uso de câmera lenta em muitos momentos em 300 é interessante por se tratar de um filme de pura ação. Em BVS, estamos falando de um drama sombrio de superheróis, fica cansativo demais. Mesmo em Watchmen, que é um filme que gosto, é cansativo, mas compensa com momentos que se tornam praticamente clipes musicais, com uma ótima trilha, que não é o caso de BVS, cuja trilha sonora é meramente instrumental. As sequências de sonho são descartáveis e sua arrogância em dizer que este filme transcendeu todos os outros filmes de superherói é mais uma prova de sua falta de bom senso. Diretores como os irmãos Russo ou o próprio Nolan fizeram muito mais do que Snyder fez em BVS e mesmo assim não saíram por ai dando entrevistas mergulhadas em seu ego.


Concluindo

A DC Comics ainda tem muito a caminhar se quiser construir um universo cinematográfico como a Marvel fez e faz. O uso do mesmo diretor para vários projetos não vai solucionar a falta de consistência que os filmes solo podem ter com relação ao todo e a sombra causada pela trilogia de Nolan ainda é muito grande. Ainda falando da trilogia Nolan, Zack Snyder tentou se adaptar para manter o trem sombrio continuar em curso, mas o tirou dos trilhos com o fracasso em retratar um vilão complexo e condizente para dar continuidade a nomes como Heath Ledger e Tom Hardy. Talvez meu desgosto com o filme e com Zack Snyder venha do fato da tentativa de continuar o legado ou superar Nolan, diretor que eu acompanho a carreira desde seu segundo filme, Memento (2000) e seja o único diretor que todos os filmes me agradaram. Talvez o Sucker Punch tenha sido demais pra mim, criando um estigma sobre o nome Zack Snyder.

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Mas uma coisa é certa: pelo menos o filme me fez pensar, pensar numa versão só minha, que pra mim pelo menos é muito melhor que a do Zack Snyder. E eu me permito ser arrogante neste sentido, afinal, não tem como eu ser mais arrogante do que o próprio diretor. Um abraço e até mais!

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